quarta-feira, 8 de abril de 2015

História com o Gilinsky

|| ||
Sinopse:

     Ela é linda, inteligente, bem de vida, popular, mas como todo mundo, tem defeitos. E o seu maior defeito é cuspir no prato que come. Tudo começa com uma linda história de amor, eles transam e os problemas começam. Fala para o diretor que está sofrendo bullying, sua mãe liga na escola pedindo para troca-la de horário porque não quer que ela tenha as mesmas aulas que um ex-peguete (que a mãe não sabe que é ex-genro)...
     Ele é bonito, bem de vida, popular e seu defeito é não prestar. Não para com uma garota. Nunca está satisfeito, sempre quer aquilo que não pode ter, que no final de constas torna-se seu.
     Eles são parecidos na essência e no caráter, mas só descobrem isso quando castigados, se encontram dentro do ônibus.

"Ele senta na poltrona ao lado dela. O ônibus está vazio, só estão os dois e o motorista.
     O que faz aqui? ele pergunta a ela, que estava olhando pela janela do ônibus vazio.
     O mesmo que você ela responde sem olha-lo.
     Castigo pelo que? A mamãe descobriu que não é mais virgem? Gilinsky debochou rindo. Ela deu um tapa na barriga dele.
     O diretor chamou meus pais para conversar sobre meu comportamento ela virou-se para ele Ele disse que acho que tenho "problemas para lidar com a sociedade" ela faz aspas, falando revoltada. Ele ri.
     Então somos dois ele falou olhando para frente. Ela tinha voltado a olhar pela janela Ele também te encaminhou para a psicóloga? ele olhou para ela, que virou para ele, assentindo."


    Acordei assustada com fortes batidas na porta do apartamento. Levantei para abrir a porta e novamente bateram à porta. 
    Abri-a e Gilinsky entrou como um furacão. Fechei a porta atrás dele. Ele andava irritado de um lado para outro e passava a mão pelos lábios.

    —Espero que seja uma coisa muito grave para você ter me acordado às 2h da manhã e não poder esperar até amanhã –falei caminhando até o sofá e sentando. Ele ainda andava irritado.
    —Ela me rejeitou... Ela me rejeitou –Gilinsky falava irritado. Ele parou de andar e olhei bem para ele.
    —Você veio à minha casa e me acordou às 2h da manhã para falar que sua peguetezinha te rejeitou? –falei revoltada.
    —Você não está entendendo –ele falou me olhando. 


***
[Rascunho]

    Deitei no sofá de barriga para cima e ele abriu a fivela do cinto, seguido do zíper da calça. Deixou-os escorregar até cair no chão e caminhou até a minha cabeça. Virei minha cabeça para o lado e vi que ele estava em pé ao meu lado. Comecei a chupar seu pênis. Não fiz muita coisa, só o suficiente para ele ficar excitado. 
    Ele ficou excitado, caminhou até a ponta do sofá onde estava minhas pernas e tirou minha calça moletom e calcinha, deixando minha blusa branca regata e meu roupão em meu corpo.
    Ele ajeitou-se no sofá, dobrando a perna esquerda no sofá e ficando com perna direita tocando o chão. Equilibrou-se e me penetrou de uma vez. Segurei-me no sofá e embarquei na nave Gilinsky, que estava colocando muita força a ponto de eu ficar com medo de ele acabar enfiando demais seu pênis. Gilinsky é uma máquina frenética de sexo.
    Gemia escandalosamente e tentava segurar meus peitos, que balançavam mais que tudo. É tipo aquelas mulheres gordas com um peitão, correndo, balança tudo. Ele estava com muita raiva da tal peguete e estava descontando no sexo.
    Juro que depois desse sexo monstruoso, não sei como os pés do sofá aguentaram. Nem quanto fui à montanha-russa na Disney balancei tanto.

Nenhum comentário:

Postar um comentário