sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Diário de bordo: Bariloche - dia 6 + comunicação com o estrangeiro

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23 de julho/2015

- A maioria dos hotéis fica na mesma estrada, então para identificar mais ou menos a que altura o hotel fica, os argentinos separaram por quilômetro. De tal ponto a tal ponto é o quilômetro 1, depois desse o 2, é assim por diante.

- Se você não fala espanhol, não precisa ficar preocupado, aqui se fala muito o portunhol, que é uma mistura do português e espanhol, então dá para entender muito bem o que eles falam. Agora caso você entre em um restaurante onde as pessoas só falam o espanhol mesmo, é só prestar atenção nas palavras que você entenderá o que eles falam. Se você não entender, não tenha vergonha de pedir para repetirem o que falaram, eles repetirão sem nenhum problema.

- Em contrapartida, eles [os argentinos] parecem ter muita dificuldade para entender o que falamos, temos que repetir algumas vezes a mesma frase (e falando sempre muito devagar).
- Quando você for comprar uma bebida, por exemplo, e você falar: "eu quero o menor", os argentinos vão olhar bem para sua cara com um ponto de interrogação enorme no seu rosto. Se isso acontecer, diga que você quer "o mais pequeno", aí sim eles vão entender. "Menor" e "maior" não existe na língua deles, é "mais menor" e "mais maior". Sim, no início você vai sentir que está assassinando o português, mas é como funciona na língua deles.

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