domingo, 28 de agosto de 2016

Crítica ao filme "Esquadrão Suicida" *CONTÉM SPOILER*

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| | Caso não tenha lido no título, falarei mais uma vez: esse post CONTÉM SPOILER. SE NÃO QUISER SABER, NÃO LEIA | |

     Vou ser bem sincera, eu não queria assistir à esse filme, porque achei que seria chato, pesado e assustador, mas ao contrário do que pensei, hoje, 10 dias depois que assisti, consigo falar que gostei e fazer uma crítica positiva.
     O filme de verdade demora para começar, ficam 40min só na introdução que poderia ter sido bem mais curta, já que as informações não foram tão necessária a ponto de precisar gastar tanto tempo só nessa parte. Juro que se essa introdução demorasse um pouco mais, eu levantaria da minha cadeira e sairia da sala do cinema.


     OK, depois que esses longos 40min acabam (parece que se passam 4h), começa a apresentação dos personagens. Essa parte, muito mais interessante, é bem rápida. Ponto positivo: Os autores/editores não prolongaram, falaram rápido o que precisamos saber. Ponto negativo: Cenas muito fortes e perturbadoras entre a Arlequina e o Coringa. Vi várias crianças no cinema assistindo ao filme (classificação +12) e fiquei me perguntando se essas crianças não ficaram com medo, porque eu achei muito perturbador e em alguns momentos não consegui nem assistir.


     Passada essas cenas perturbadoras onde a história de amor da Arlequina e do Coringa é contada, o filme começa de verdade, com muitos desentendimentos, brigas e violência.
     Ao longo do filme, percebi que a história contada, apesar de toda a violência, nada mais é que uma história de amor. Tudo gira em torno de uma história de amor. O general Rick Flag - muito gato, por sinal - quer salvar a amada da Magia ("trevas"), a Arlequina se comporta para poder encontrar o "pudimzinho" dela depois e fugirem juntos, o Pistoleiro faz o que mandam (apesar de relutar e brigar muito) para poder ver a filha dele, a Katana luta para "vingar" a morte do marido e o El Diablo se recusa a usar seu poder de incendiar tudo por se arrepender de ter matado a esposa e os filhos queimados.


     Confesso que o filme ganhou mesmo a minha atenção no momento que percebi a história de amor por trás de todo o filme e quando o Scoot Eastwood apareceu também.
     Não sei qual foi a intenção do filme, refletir sobre o quê, mas o que eu percebi e entendi foi o poder do amor. Por pior que a pessoa seja, por mais maldades que ela faça, ela também é capaz de amar e por essa pessoa é capaz de fazer tudo, inclusive o bem.

Vale ou não a pena assistir?
     Para conhecer o trabalho deles, pelo que aprendi com esse filme e a história de amor da Arlequina e do Coringa, vale a pena. Pelas cenas pesadas e perturbadoras e introdução longa demais, não vale.


Personagens


     A Arlequina e o Rick Flag "tornam-se os principais" do meio pro final do filme, então recebem mais destaque. O Pistoleiro é o que tem mais destaque depois deles, tendo uma participação boa no filme. O Crocodilo, o Capitão Bumerangue e o El Diablo são quase figurantes, têm falas, mas não recebem destaque, só estão ali mesmo para completar o bonde. Katana é uma figurante com falas.
     Ah, estava esquecendo do Amarra. À partir disso podemos ver como seu papel foi importante. O Amarra não passa de um figurante no filme, que por querer fugir e não acreditar no Rick Flag, é o primeiro (e único) a morrer.
     Merece elogios também Scoot Eastwood, que fez uma participação como soldado que foi combater o vilão junto com o Esquadrão Suicida. Apesar de ter sido uma participação rápida, deu para suspirar com sua presença (confesso que fiquei bem mais interessada no filme à partir do momento que ele apareceu).



♡ História de amor Arlequina e Curinga


     Não sou profunda conhecedora de HQs ou Super heróis, então falarei da história de amor deles segundo o filme.
     Arlequina era uma médica psiquiatra que tinha o Coringa como paciente. A relação deles era médico-paciente, totalmente profissional, ATÉ a Arlequina se apaixonar pelo Coringa. À partir daí ela  mergulha no mundo louco do Coringa e se afunda completamente nesse mundo.


     Apesar de louca, acho a história deles linda, porque eles mostram o verdadeiro poder do amor, aquele amor avassalador que faz você sentir como se fosse explodir, aquele amor que te deixa de pernas para o ar, sem chão, completamente vulnerável e entregue, capaz de fazer tudo por quem ama.
     Olhem a Harleen Quinzel, a "Arlequina", ela abriu mão de uma vida normal, de um mundo "normal", para viver a vida que o Coringa vivia, no mundo dele, sujeitando-se à coisas estranhas e anormais (inclusive a prisão). Isso é o amor. Isso é amar.


E você, já assistiu? O que achou? Comente!

Crítica de minha total autoria, não foi retirada ou embasada em lugar nenhum.

| As fotos usadas no post foram retiradas do We Heart It e do Google.

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